
Saúde e segurança é vida é preservação de pessoas
Na década de 70, período em que iniciou a implantação das políticas de Saúde Ocupacional no Brasil, morriam 29 trabalhadores a cada grupo de 100 mil em decorrência de acidentes de trabalho.
Com a adoção das práticas de SST, fiscalização do Estado e aprimoramento profissional, o número de mortes reduziu-se para 9 a cada 100 mil na última década (2000 - 2008), somando 147.510 óbitos em 28 anos.
Agora se nada fosse feito, e a realidade de três décadas se mantivesse ainda hoje, teriam morrido mais de 248 mil trabalhadores.
A Saúde e Segurança devem ser vista como um meio de vida e não apenas como uma exigência leal que não pode ser desobedecida
A cultura prevencionista está fortemente enraizada nos aspectos negativos. É a quantidade de acidentes que a empresa registrou; é o trabalhador que foi desatento e provou o acidente; são os gastos que terão de ser feitos para que a empresa não seja multada.
Se, ao contrário disso, ajustarmos o foco de prevenção para os resultados positivos talvez essa tarefa se torne menos árdua. Especialistas e profissionais estão experimentando uma maneira diferente de lidar com a Saúde e Segurança, e garantem que está dando certo.
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